Estudantes do Programa Pibic apresentam resultados finais de pesquisas

Publicado em: 23 de julho de 2018

Bolsistas apresentaram o resultado de trabalho desenvolvido ao longo de um ano. Apresentações ocorreram na sede do Instituto Mamirauá, em Tefé, estado do Amazonas.

Na última quinta-feira (19), bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) Sênior e Júnior, do Instituto Mamirauá, apresentaram o resultado final de suas pesquisas. Ao todo, 10 estudantes relataram suas conclusões após o trabalho desenvolvimento ao longo de um ano. O programa tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento do pensamento científico e incentivar a iniciação à pesquisa de jovens estudantes do ensino médio e ensino superior.

Os trabalhos de temas variados foram apresentados na sede do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Tefé, estado do Amazonas. Após as apresentações, quatro estudantes receberam premiações pelo trabalho desenvolvido. “Para premiação, são considerados a qualidade científica do relatório final e a apresentação do seminário, além da contínua participação nas capacitações oferecidas pelo Programa Pibic, e pontualidade da entrega dos relatórios”, explicou João Paulo Borges, do Comitê Institucional do Programa.  

Confira os vencedores a seguir:

PIBIC Sênior

1º lugar - Saneamento básico na Amazônia brasileira: registros de Tecnologias Sociais - Cláudia de Lima Souza

2º lugar - Composição da dieta e o papel de dispersor de sementes de guaribasvermelhos (Alouatta seniculus juara) nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Amanã e Mamirauá - Alisson Nogueira Cruz

PIBIC Júnior

1º lugar - Estrutura etária da subpopulação de queixadas (Tayassu pecari) caçados na Reserva de desenvolvimento Sustentável Amanã - Lara Thaline da Silva Bacelar 

2º lugar - Caracterização do perfil do turista do município de Tefé, Amazonas - David Dantas Sena

Para João Paulo, trabalhar com os jovens estudantes é uma grande satisfação. “Nós vemos que eles chegam aqui com muitas dúvidas, sem entender diversos aspectos da Ciência. E, no período de um ano, eles evoluem muito nesse sentido. É muito gratificante ver os alunos aprendendo e crescendo no saber científico, afirmou. 

Texto: Laís Maia

 

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