Devolução de peixe-boi órfão ao ambiente natural foi maior alegria, afirma pesquisadora

Publicado em: 12 de junho de 2015

Miriam Marmontel, do Instituto Mamirauá, atua na conservação de mamíferos aquáticos há mais de 35 anos e participou de conversa no Twitter do MCTI.
 
A alegria de devolver ao ambiente natural um peixe-boi órfão e o desafio de convencer os moradores das comunidades ribeirinhas sobre a importância do trabalho de conservação estiveram entre os temas abordados pela pesquisadora Miriam Marmontel, do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
 
Os internautas puderam enviar perguntas a Miriam usando a hashtag #MiriamNoMCTI. Miriam é líder do Grupo de Pesquisa em Mamíferos Aquáticos Amazônicos do Instituto Mamirauá, que desenvolve pesquisas para a conservação do peixe-boi amazônico, do boto-vermelho e tucuxi, e de ariranhas e lontras.
 
No fim de maio, a iniciativa de conservação de peixe-boi amazônico venceu o Prêmio Nacional da Biodiversidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente. Miriam atua na conservação de mamíferos aquáticos há mais de 35 anos e faz parte da equipe de pesquisa do Instituto Mamirauá desde 1993, quando os estudos sobre conservação dos peixes-boi amazônicos foram iniciados, antes mesmo da fundação do Instituto Mamirauá. Na época, as ações eram desenvolvidas pela Sociedade Civil Mamirauá.
 
A pesquisadora Miriam Marmontel possui graduação em oceanologia, com habilitação em oceanologia biológica e geológica, pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), mestrado em biological oceanography, pela Universidade de Miami, e doutorado em forest resources and conservation, pela Universidade da Flórida.
 
A ação no Twitter é parte das comemorações dos 30 anos de criação do MCTI, completos este ano. A iniciativa visa inspirar e despertar o interesse de jovens brasileiros pela área de ciência, tecnologia e inovação. O ministro Aldo Rebelo também participou do bate-papo e perguntou à pesquisadora: "Miriam, que recomendação você daria aos jovens que desejam seguir a carreira de cientista?". Ela twitou: "Perguntar sempre, ter sempre muita curiosidade, não ter medo de perguntar, de errar e continuar tentando a desvendar mistérios". 
 
por Ascom do MCTI

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