Instituto Mamirauá abre novas inscrições para bolsas de pesquisa na Amazônia

Publicado em: 29 de março de 2019

Estão abertas as inscrições para bolsas de pesquisa do Instituto Mamirauá. A Chamada Pública nº 02/2019, realizada em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), oferece oito bolsas para pesquisadores, técnicos e especialistas para a realização de projetos de pesquisa na Amazônia. Os valores das bolsas são de R$ 2.860 e R$ 3.380, conforme estipulado na chamada


Os selecionados atuarão em algumas das diferentes linhas de pesquisa do instituto. São três vagas em Biodiversidade e Ecologia de Espécies Amazônicas, uma em Manejo de Recursos Naturais e Tecnologias Sustentáveis, uma em Organização Social e Governança Socioambiental, duas em Práticas Arqueológicas e Gestão de Patrimônio Cultural e uma em Geotecnologias e Gestão Territorial


As formações exigidas para as candidaturas são nas áreas de Ciências Biológicas, Engenharias (Elétrica e Florestal), Antropologia, Ciências Sociais, Sociologia, Serviço Social, Arqueologia, História, Geografia, Ciências Agrárias e Ecologia. 


O candidato deve ter disponibilidade para residir no local de desenvolvimento da pesquisa e sempre que necessário viajar às unidades de conservação onde o Instituto Mamirauá realiza suas pesquisas, para acompanhar ou desenvolver atividades de campo.


Mais informações sobre as bolsas, orientações para inscrição e envio de documentação para a candidatura estão disponíveis no documento da Chamada Pública nº 02/2019. Para acessá-lo, clique aqui


O prazo de inscrições termina no dia 19 de abril.


Sobre o Instituto Mamirauá 


O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá é uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Fundada em 1999, a organização é sediada na cidade de Tefé, localizada na região central do estado do Amazonas. O instituto desenvolve projetos em conservação, biodiversidade, manejo de recursos naturais e desenvolvimento sustentável na Amazônia. Para saber mais, acesse o site da instituição: www.mamiraua.org.br.


Texto: Júlia de Freitas


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