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Curso capacita para uso sustentável de recursos naturais
23/10/2009
Na próxima terça-feira (27), o subcoordenador de Fiscalização do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Paulo Roberto e Souza, participará do primeiro Curso de Capacitação Ambiental do Corredor Central da Amazônia, que será realizado no Hotel Oliveiras II, em Tefé, até quinta-feira (29), com a presença de aproximadamente 30 representantes de populações ribeirinhas.
O mesmo curso será realizado para capacitar cerca de 30 representantes de populações indígenas entre os dias 3 e 5 de novembro, com a participação do subcoordenador de fiscalização do Mamirauá no último dia do evento. Paulo Roberto abordará os objetivos de unidades de conservação federais e estaduais, entre outras características dessas áreas.
“O curso capacitará os participantes a respeito da utilização sustentável de produtos de origem florestal”, explica Christina Fischer, coordenadora dos Corredores Ecológicos no Amazonas, projeto que promove o evento com o apoio de entidades que compõem o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA).
O Corredor Central da Amazônia (CCA) está localizado no estado do Amazonas, ocupando uma área aproximada de 52,5 milhões de hectares. Ele é formado pelas bacias hidrográficas dos rios Negro e Solimões, além de cortar outros rios, entre eles o Juruá, o Japurá, o Jutaí e o Tefé. O CCA está formado por, aproximadamente, 30% de terras indígenas, 30% de unidades de conservação federais e estaduais e 40% de áreas de interstício (que não são unidades de conservação ou terras indígenas).
Sobre o Projeto - O objetivo do Projeto Corredores Ecológicos é a conservação da diversidade biológica das florestas tropicais por meio da interação de unidades de conservação públicas e privadas. Ele é um dos componentes do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais Brasileiras (PPG 7), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e reunindo organizações civis Inste os governos federal e estaduais, em parceria com a comunidade internacional, para desenvolver estratégias de proteção e uso sustentável da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica (onde está formado outro corredor ecológico). Essas estratégias de proteção são associadas a melhorias na qualidade de vida das populações locais.
Texto: Maria Carolina Ramos - Ass. de Imprensa/Instituto Mamirauá
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